29 de janeiro de 2012

Meu primeiro amor...



Sinto a sensibilidade e o sentimentalismo, que me aguça os sentidos, por ter vivido esse tão grande e estranho sentimento, desmedido, desregrado.
Vibrante, intenso e pulsante, estranhamente dignificante.
Li um milhão de palavras em seus olhos, pois voce me observava, com o olhar fascinante do seu coração. Me lembro do dia, a hora e minutos. que se congelaram e se petrificaram, imortalizando, uma fração de momento, para que nunca se perdessem no tempo. Foi uma linda ilusão, que fez aflorar sentimentos... Sim! Sentimentos! Os mais puros, os mais lindos, os mais... Difíceis de se expressar em palavras.
Sentimentos que nos trouxera temporalidades aguardadas, matando as saudades, daquilo que não vivemos, nos fazendo esperar e ser esperado, por toda eternidade, me obrigando a aprender e desaprender sentir sua falta, não se sentindo real nem normal.
Apenas guardando no peito a lembrança, da estranha necessidade de sentir-te junto a mim e do que não aconteceu e está por vir.
Sonhando em abraçaste e ficar mais e mais, além de nossa imaginação e realidade.
E ter um imenso querer, de nos fundirmos eternamente, me fazendo bem melhor e você bem feliz.
E assim, tentando entender o novo que não vivemos ,presos estamos, na roda da vida. Porque a única coisa que nos é permitido construirmos juntos, são as linhas desse texto.


(Lucas Silva)

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